Contemporâneo, antigo e presente, no elegante formato diminuto, ele vive a tradição da pintura no auge de sua forma.
Onde os símbolos sugerem atmosferas ainda por fazer, realidades recém-intuídas e voláteis, mas de repente tornadas matéria diante de nós.
Corpo-arquitetura fala sobre nossos desejos de camuflar-se, de confundir-se, de construir outras paisagens ou sermos levadas pela brisa fresca que ainda há.
Lembro que comíamos cuscuz e tomávamos café na kitnet onde eu morava na Santa Cecília, em São Paulo, uns bons anos atrás, quando nos conhecemos e decidimos ser amigas.