Foi num forró com pouca dança que tomei conhecimento da história de Pata de Onça, um rabequeiro paraibano que chegou às promissoras terras paulistanas já em meio aos palcos de forró no Largo da Batata. O ano é 1986 e o bar era Asa Branca, casa de músicos nordestinos como Azulão, Dominguinhos e Zé Pitoco
A arte na era de sua reprodutibilidade em espelhos pretos:
espelhos estes que de forma infinita reproduzem um mundo de clichês, de mesmas ideias, de polarizações radicais e empobrecidas..