A caça pela diversidade musical, indelével em Xangai, faz as palavras de Elomar ganharem carimbo definitivo. De fato, um felino, um dos últimos de sua espécie, desvairado pelo som ancestral destas plagas.
“Baiafro é uma proposta cultural, a busca de uma nova linguagem em música e em dança, que reflita os anseios e o modo de ser do homem atual. Por ter nascido na Bahia, é negro, por ser brasileiro, mestiço e mutante, como todo o produto do terceiro mundo”.
Sua figura é, ao mesmo tempo, culta, politizada e debochada, além de sempre muito exigente com a música, sem modéstia: Gerônimo está na linhagem de Xisto Bahia, Dorival Caymmi, Caetano e Gil, ao melhor estilo da cidade d'Oxum – aquela que é doce e vive se olhando no espelho, sem dispensar um tanto de vaidade.
No Carnaval dos 70 anos do trio elétrico, a Revista Barril acompanhou os movimentos de Armandinho no verão de Salvador e produziu um perfil sobre o comportamento do herdeiro da fobica.
Notas sobre a primeira gravadora brasileira voltada para artistas trans e sobre o nome por detrás da ideia.
Quem vê as apresentações dobradinhas de Zé Manoel na Casa da Mãe se repetirem sempre cheias, com o músico circulando à vontade e cheio de sorrisos pelo Rio Vermelho, acha que sua relação com Salvador começou por causa das apresentações de Canção e silêncio.